Tribuna do Leitor

Política de Holofote


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O principal ponto de uma denúncia bem que deveria ser o seu mérito: assim, pelo bem do povo, sua veracidade deveria ser “conditio sine quanon”, e a busca das luzes certamente seria ponto secundário, jamais sua prioridade. Digo isto porque a cidade realmente passa por momento de turbulência, oportunidade que se espera do povo visão crítica e capacidade de discernimento de seus homens públicos, sobretudo neste momento em que a eleição praticamente se deflagra, por que adentramos um período pré-eleitoral. Não é menos verdade que esta mesma visão crítica deve nortear os bauruenses para que, sendo cidadãos conscientes da responsabilidade que impera na eleição de 2004, saibam distinguir entre os verdadeiros fiscalizadores do poder e os politiqueiros das luzes.

Os primeiros, são políticos responsáveis, que buscam o bem-estar da cidade, a seriedade da política pública, a supremacia do voto consciente. Os segundos, vivem de holofotes, exercem a política com rancor, imprudência e raciocinam com o fígado. Estes, falaciosos, não pensam na estabilidade política, na credibilidade da cidade junto a investidores ... porque precisam das luzes! E porque exercem a política figadal, generalizam tudo descredibilizando instituições, pegando carona no descrédito da classe política brasileira, prestando um desserviço ao progresso da cidade.

Pois é, no ano que vem teremos eleições. Esperamos que o povo bauruense saiba distinguir entre os sérios e os corruptos, entre os éticos e os descomprometidos, mas também entre os verdadeiros fiscalizadores e aqueles que fazem política buscando o holofote da mídia. (André Galhardo de Camargo - RG: 28.638.226-X)

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