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Na matéria “Fazenda aperta o cerco sobre combustíveis”, publicada na edição de ontem do Jornal da Cidade, houve um equívoco. De acordo com o titular da Delegacia Regional Tributária (DRT), diferentemente do publicado, um dos principais problemas do setor não são as compras de combustíveis de um Estado para o outro, mas sim a compra forjada. Para driblar a tributação do Estado de São Paulo, que é de 25% sobre o valor da mercadoria, algumas empresas adquirem o produto como se fossem levar para outro Estado (como o Mato Grosso, por exemplo, onde o Imposto sobre Circulação de Mercadorias é de 7%), e deixam em São Paulo mesmo.

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