Tribuna do Leitor

Eleições municipais


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Os partidos políticos se movimentam com a finalidade de reforçar as bases. Quase todos estão procurando a melhor maneira de alianças. Os pré-candidatos a prefeito ou à Câmara já estão pelas ruas em plena campanha eleitoral, visando, de uma forma ou de outra, convencer os amigos, correligionários etc., especialmente em nossa cidade, onde é baixo o astral entre a maioria dos representantes do povo. Quando, constitucionalmente, os cabos e soldados da Polícia Militar do Brasil passaram a exercer o direito de voto, conquistaram uma grande “arma” (participamos dessa luta). Dizem popularmente que é necessário saber usá-la. Na política como na guerra, a divisão enfraquece, a união fortifica. Como dizia o saudoso presidente da República Tancredo Neves, não vamos nos dispersar.

A família policial militar é um potencial político respeitável, principalmente em nosso Estado, que contando com 645 municípios, atinge um contingente para ser admirado e respeitado. A Polícia Militar, tradicionalmente, é uma corporação apolítica, que, incluindo-se o pessoal da ativa, reserva, reformados e pensionistas da Caixa Beneficente da PM, além de seus parentes e amigos, praticamente supera a casa de 600 mil eleitores. Seus integrantes fazem parte do povo, são cidadãos que pagam os impostos em geral, igualmente aos demais. Nos 645 municípios paulistas há a possibilidade de se eleger prefeitos e centenas e centenas de vereadores; essa é a nossa humilde opinião. Por outro lado, está dificílimo sensibilizar o governador do Estado a fim de que ele conceda reajuste de vencimento.

Oswaldo de Oliveira - presidente da Associação dos Policiais Militares da Ativa, Reserva, Reformados e Pensionistas da Caixa Beneficente da Polícia Militar

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