Bairros

Paróquia prepara festa de São Brás

Ronaldo Schiavone
| Tempo de leitura: 2 min

A Paróquia de São Brás, santo conhecido como protetor das doenças de garganta, está finalizando os preparativos para a festa do padroeiro, que começa no dia 31 deste mês. O objetivo dos organizadores é atrair cerca de 2 mil pessoas durante os festejos, que visam arrecadar fundos para a ampliação da estrutura física da igreja. Estão nos planos a construção de uma sala de catequese e de uma cozinha.

Segundo o coordenador do Conselho de Pastoral Paroquial (CPP), Valdir Aparecido de Freitas, a programação religiosa prevê missas nos dias 31 de janeiro, 1 e 2 de fevereiro, sempre às 20h. No dia 3, dedicado a São Brás, serão realizadas três celebrações, às 9h, 15h e 20h, com benção das gargantas e unção para todos. “Depois de cada uma delas, serviremos um bolo”, revela.

Já nos dias 7 e 8 de fevereiro, a partir das 16h, está prevista uma quermesse aberta à comunidade. Serão montadas barracas de sorvete, batata frita, pastel, frango assado, bebidas, espetinhos, pesca, argola e jogos. Também está programado um almoço no dia 8, das 12h às 14h.

Freitas conta que a Paróquia de São Brás foi criada há cerca de quatro anos e, anteriormente, funcionava como capela. “O local que ocupamos hoje é praticamente um salão, mas futuramente pretendemos ampliá-lo”, afirma.

• Serviço

A Paróquia de São Brás fica na rua dos Radialistas, 1-05, no Núcleo Gasparini. O telefone para informações é (14) 3239-3127.

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História

Brás nasceu na Armênia, no século III, e trabalhava como médico. Originário de uma família rica, ele foi educado na religião cristã e chegou a se tornar bispo de Sebaste.

A atuação de Brás junto aos doentes chamou a atenção do imperador da época, que era conhecido pela perseguição que exercia contra os cristãos. Para evitar a prisão, o futuro santo se escondeu em uma caverna, no meio da floresta, passando a viver apenas na companhia de animais. O refúgio acabou sendo descoberto por caçadores.

Depois de ser encarcerado, Brás foi condenado à morte e submetido a torturas antes de ser degolado, em 316. A fama de protetor das doenças de garganta surgiu durante o martírio, quando uma mãe desesperada apresentou a ele o seu filho, que havia engasgado com uma espinha de peixe. Um milagre teria curado o menino.

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