Em parceria com o engenheiro agrícola, define sistemas de distribuição de água, implanta canais e instala bombas, auxiliando na conservação e na manutenção dos equipamentos. Verifica os efeitos da passagem de água pelo solo, controlando as alterações físicas e químicas que podem ocorrer ali.
Acompanha os cuidados com culturas que utilizem métodos de irrigação e drenagem e orienta a aplicação de defensivos e fertilizantes por meio da irrigação.
Envolve-se, ainda, em trabalhos topográficos de preparação da área para a canalização de águas, analisando e controlando o impacto ambiental causado pelos sistemas utilizados.
O curso
Os estudos abordam tanto aspectos teóricos quanto práticos da profissão. No Centro Federal de Educação Tecnológica de Urutaí, em Goiás, por exemplo, as aulas dividem-se entre salas, laboratórios e fazendas experimentais. É nelas que, a partir do segundo semestre, o estudante conhece topografia, hidráulica agrícola, manejo e conservação de solos e da água.
O estágio, obrigatório, ocorre em duas etapas: primeiro nas fazendas e, depois, em empresas de irrigação e drenagem da região. Para se formar, o aluno deve apresentar um projeto, aplicando os conhecimentos adquiridos.
Duração média: três anos.
Curso afim: Administração Rural.
____________________
Mercado de trabalho
A área de atuação é ampla: indústrias de equipamentos, empresas de paisagismo e de irrigação e drenagem, fazendas e institutos de pesquisa. Um setor promissor e que tem crescido são as empresas que lidam com sistemas de irrigação de jardins e campos de futebol, como a Rain Bird, de Belo Horizonte.
Salário médio inicial: R$ 900.