No dia 2 de fevereiro, foi comemorado por muitos entre nós o Dia de Iemanjá. Esta que no catolicismo romano é a própria Virgem Maria, é também chamada de Nossa Senhora dos Navegantes, por isso foi também mui comemorada por seus adoradores, neste mesmo dia 2 próximo passado.
A força dessa padroeira e entidade tem sido muito forte e de grande impregnação de crença em todos os seus devotos. A atitude dos escravos no Brasil-colônia não somente contornou a situação para cultuar os seus deuses, mas também mostra-nos claramente a mesma essência (pessoa) que muitos entre nós adoram (veneram) demais, com toda a alma e a força de sua crença.
O nosso padre Marcelo foi-nos esclarecedor por demais, a todo o povo, no título de seu filme: “Maria, a mãe do Filho de Deus”, e não a “mãe de Deus”, como se costuma dizer, mui erroneamente; e esta Maria da Bíblia (S. Lucas 1.38,46-47), que foi muitíssimo agraciada por Deus, jamais se permitiria (deixaria) a adoração de si mesma, mesmo por decreto, no ano 431-dC, introduzido na Igreja: - Conheça a história da Igreja - A Maria, da Bíblia, está esperando a ressurreição dos santos, a realizar-se no último dia, e justamente por Jesus Cristo, o único senhor, salvador e mediador entre todos nós e o pai celestial - 1.º Timóteo 2.5.
Nem mesmo o ser humano comum, de bom caráter, se permite a adoração-veneração de si próprio, quanto mais uma pessoa santificada por Cristo. Somente as entidades (afora o Senhor) se permitem e exigem a adoração, veneração e a devoção para com as mesmas; e os seus devotos às vezes recebem os seus tipos de “graças”, como neste dia consagrado a Iemanjá e Nossa Senhora dos Navegantes.
Carlos Roberto dos Santos - RG 4.368.109-8