Nem todos os pedidos de instalação de placas e lombadas são atendidos pelo Poder Público. A questão é que o pedido indeferido, em parte dos casos, gera reação negativa no cidadão por mero desconhecimento das exigências legais.
Em se tratando de um serviço público, os técnicos da Emdurb tratam a questão com diplomacia. Entretanto, muitos pedidos não são aprovados por estarem em desacordo com as normas.
As solicitações improcedentes se encaixam, em sua maioria, em três ou quatro problemas. O principal deles é o fluxo de veículos. Para cada pedido de colocação de lombada, por exemplo, a Emdurb realiza a pesquisa de campo com contagem de tráfego. “O fluxo tem que ser inferior a 600 veículos por hora para o local receber um obstáculo, segundo a resolução de trânsito”, conta Aníbal Ramalho.
Mas não basta preencher esse requisito. A via não pode ser em aclive elevado, formando rampa. O local também não pode estar próximo de curva e deve ter índice oficial de acidente acima da média, ou, no mínimo, apresentar comprovação de risco elevado de ocorrência.
De outra parte, o uso das cores vermelho, amarelo e preto como predominantes nas placas obedece à padrão internacional de sinalização e à legislação nacional. O branco, por exemplo, é utilizado como cor de fundo.
O preto e o vermelho reforçam informações sobre regulamentação e advertência e atuam no sentido de chamar a atenção do condutor ou pedestre. A advertência é realçada com o uso do amarelo em contraste.
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Vandalismo
A gerência viária conta que a incidência de troca de placas de sinalização por atos de vandalismo ainda é elevada em Bauru.
Sem condições de fornecer dados estatísticos, a gerência relata que os estragos estão concentrados em áreas próximas a escolas ou nas imediações da região central. O Centro atrai grande concentração de pessoas, sobretudo pelo uso do transporte coletivo.
Mas a Emdurb relata a redução dos casos de pichação de placas de sinalização.