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Água busca qualidade internacional

Da Redação
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O maior aqüífero da América Latina, o Guarani, passa por nossa região e a torna rica em águas minerais. A indústria de água mineral cresceu 20% ao ano na última década, porém o número de fontes aumentou na mesma velocidade obrigando as envasadoras a investir para ter um diferencial.

Em Bauru, há duas envasadoras de água. No município de Águas de Santa Bárbara (160 quilômetros a Sudoeste de Bauru), existem três, há uma em Campos Novos Paulista (160 quilômetros a Sudoeste de Bauru) e outra em Pratânia (75 quilômetros a Sudeste de Bauru). Em todas elas, a preocupação com a qualidade é o desafio.

A Miner, que envaza água mineral com o nome de Santa Bárbara, é a primeira no Estado de São Paulo a ter a certificação de qualidade internacional. No Brasil, somente ela e uma empresa do Paraná possuem o título.

A garantia conquistada por uma empresa da região cria a expectativa de que, em breve, o produto estará viajando o mundo. Vale lembrar que a água mineral é o produto líquido mais vendido na Europa. Nos EUA, o consumo aumentou 130% em 10 anos.

De olho no mercado externo, as empresas investem para cumprir os 63 itens que garantem as exigências internacionais. No Brasil, há cerca de 10 empresas se preparando para o processo de certificação.

A produção de água mineral dobrou de 2,5 bilhões de litros em 98 para 4,7 bilhões em 2002 e teve um “boom” no anos 90, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Águas Minerais (Abinam).

De modo geral, a ingestão de água recomendada para repor a perda orgânica é de 1,5 a 2 litros por dia, exceto sob fatores específicos como a transpiração excessiva que podem elevar a necessidade.

Por ter teor calórico zero, na era da forma física, a água mineral tem sido consumida em substituição aos refrigerantes para desgosto dos fabricantes e alegria dos envasadores de água.

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