Assim escreveu o sr. Roberto Rufino, sábado (28/02). Tivemos o desfile das nossas queridas escolas de samba nos bairros e, apesar de todas precariedades, pudemos desfrutar de alguns sentimentos de alegria, saudades, misto de tristeza em constatar o quanto nosso carnaval se deteriorou, quanto nosso povo menos favorecido não tem lugar para se divertir, não ha opções, não há estrutura para o recebimento de pessoas que buscam de alguma forma fazer um remember dos antigos carnavais, tempos bons. Mas, enfim, dentro das poucas possibilidades ainda há um sonho, há uma boa vontade de resgatar essa cultura, dessa festa popular. E por falar de amor, falo da Mocidade Independente da Vila Falcão, desde os ensaios em frente à casa do nosso saudoso Dito Cabra, posto acadêmico, escola Luiz Castanho, da rua Olegário Machado, e, por fim, da quadra da Mocidade, dentre alguns outros locais por mim esquecidos, ate os ensaios gerais pela rua Albuquerque Lins, quantas memórias em meu, em nossos corações, componentes de cada escola de samba nessa Bauru tão querida e tão sofrida. Precisamos de governantes que, além de competência, determinação e bom senso, tenham também sensibilidade em resgatar nosso carvanal com organização. Nem só de trabalho se vive o homem, mais sim da sua cultura e tradição, afinal sonhar não custa nada... (Claudia Coelho - RG.21.887.215-X)
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