Regional

Relevo ‘protege’ Marília das grandes enchentes

Da Redação
| Tempo de leitura: 1 min

As chuvas da estação mais quente do ano afetaram pouco a cidade de Marília (100 quilômetros a Oeste de Bauru). O relevo do município aliado a ações preventivas evitaram que os prejuízos com a recuperação das ruas fosse maior e afetasse o orçamento, comenta o secretário de obras, José Luiz Datilo.

De acordo com ele, como a cidade fica na parte alta e não há rios no município, as possibilidades de enchentes são descartadas. “Não houve necessidade de decretar estado de emergência. Os estragos se limitaram à pavimentação asfáltica.”

Datilo enfatiza que a periferia da cidade foi a mais afetada. “Especialmente a zona Sul e norte. No Centro, uma ou outra rua sofreu com a água pluvial.”

A operação tapa-buracos e a operação preventiva foram primordiais para livrar a cidade de prejuízos maiores com as chuvas de verão. “A prefeitura fez o desentupimento das bocas de lobo. Desenvolvemos uma campanha de conscientização junto à população para que ela deixasse de jogar lixo e entulho nas bocas-de-lobo”, informou o secretário.

A semana da faxina, no final de novembro, também contribuiu para que as bocas-de-lobo e galerias ficassem limpas e permitissem a passagem da água pluvial.

Mas nem sempre foi assim, informa o secretário. “Em 2001 houve alagamento na cidade, durante as chuvas de verão.”

Comentários

Comentários