“O Dia em Que o Medo Virou Música”, que o Grupo Ato apresenta hoje e amanhã às 16h, no Teatro Municipal “Celina Lourdes Alves Neves” foi a peça que marcou a estréia profissional do grupo - então chamado Nem Tutti é Frutti - em 1984.
Para um primeiro trabalho a recepção não poderia ter sido melhor. O espetáculo, um musical infantil escrito por Carlos Batista, Francelino de Oliveira e Marcos Arthur, recebeu vários prêmios e esteve na lista dos melhores trabalhos para teatro daquele ano, colocando o grupo no mapa e também nomes como Carlos Gardin, que fez os figurinos da montagem.
Remontar a peça, para o grupo, foi não só uma viagem no tempo, mas também a possibilidade de trazer aos palcos a concepção original do trabalho. Os vinte anos de estrada garantem uma nova montagem mais bonita, técnica e “profissional”.
“O Dia em Que o Medo Virou Música” é baseada no clássico conto “João e Maria”, dos irmãos Grimm, e assim fala do medo da rejeição e da eterna luta entre o bem e o mal. Para quem não se lembra a historinha fala dos dois irmãos que se sentem rejeitados pela madrasta e se perdem na floresta, indo parar na casa de uma bruxa que pretende devorá-los. A trama, de 50 minutos de duração, é contada com a ajuda de dez canções compostas por Batista e Arthur e, apesar de ter sido concebida para o público infantil, serve como espetáculo para pessoas de todas as idades.
O elenco é formado por Elisabete Benetti, Júlio Hernandes, Alexandre Dias, Miller Andrade e Regina Ramos. A direção, os cenários e a iluminação são assinados por Batista.
• Serviço
Peça “O Dia em Que o Medo Virou Música”, com o Grupo Ato. Estréia hoje, às 16h. Amanhã, espetáculo no mesmo horário. Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro Municipal. Apoio: A Tropical, Fábio Carcel, Produções Artes Gráficas, Plajax, Souza e Stalo, Bauru Painéis, Bauru Outdoor, Jornal da Cidade, 96 FM e McDonald’s Avenida Nações Unidas, 8-9. Informações: (14) 3235-1072 / 3235-13-12.