No período seguinte, entre 1931 e 1945, o cine-teatro foi gerenciado por João Bigarelli Francisconi e Jerônimo Bigarelli, conjuntamente. Nessa gestão foi implantado o sistema sonoro e a projeção de filmes através do salão nobre.
De 1945 a 1953, a direção da casa ficou sob a batuta de Jerônimo Bigarelli, isoladamente. Foi ele quem alterou o piso da casa de nível plano para inclinado para facilitar a visão do espectador.
Em 53, Bigarelli cedeu seus direitos sobre a administração do cinema a Ângelo Zonta, que ficou na direção até 1976. O advento da televisão, na década de 50, fez com que Zonta pensasse em grande mudanças, uma vez que o público estava encantado com a novidade da década e freqüentava cada vez menos a salas de exibições.
Com autorização de Napoleone, ainda dono do imóvel, deu andamento a profundas reformas no prédio. Novas cadeiras foram instaladas assim como um largo balcão com cadeiras estofadas, a tela foi aumentada e as frisas e camarotes, retirados, descaracterizando-se totalmente a construção interna original.
Patrimônio
Em meados de 1980, o cine-teatro foi comprado pelo Banco do Brasil e quase é destruído pelo tempo, abandonado que foi, até 1995.
O então prefeito da época, Marco Antônio da Silva, foi quem assinou o compromisso de compra e o transformou em patrimônio Histórico da cidade.