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Equipe de saúde faz reuniões no bairro para orientar os moradores

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 1 min

Dentro do trabalho de intensificação de informações sobre a leishmaniose, técnicos da saúde estão atuando de forma mais efetiva nos bairros. No último domingo foi realizada uma reunião na Vila Dutra com líderes da comunidade e nova reunião está agendada para segunda-feira, provavelmente no salão da igreja.

O objetivo é ampliar a disseminação de informações sobre a doença cujo mosquito transmissor se procria em material em decomposição, inclusive lixo. Outro contato que está sendo feito é com os organizadores no bairro do projeto Escola da Família, que abre as escolas estaduais para receber a comunidade nos finais de semana. A idéia é inserir no projeto alguma atividade de combate à doença.

Antônio Carlos Guinda, vice-presidente da Associação de Moradores da Vila Dutra, diz que mesmo recebendo orientações a população continua jogando lixo em terrenos baldios. “Uns limparam seus terrenos, mas outros, não. Tem um terreno vizinho à minha casa cheio de lixo. Eu até vigio para não deixar jogarem mais, mas quando saio de casa não tem jeito”, relata.

Ele, que participou da reunião realizada no domingo, conta que entregou seus dois cachorros para sacrificar com medo da transmissão da leishmaniose. Na Vila Dutra, o trabalho conta com a colaboração da chefe da unidade de saúde, membros do Conselho Gestor da unidade e lideranças da comunidade.

Também na Vila Nova Esperança, que integra a região prioritária, já estão sendo mantidos contatos no intuito de mobilizar a comunidade. A transmissão da leishmaniose, assim como da dengue, está ligada à questão ambiental. A leishmaniose com o lixo orgânico e a dengue com o lixo reciclável.

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