Crenças religiosas cada um segue a seu modo e como é individual merece respeito por todos.
Li uma carta nesta Tribuna onde a missivista católica além de cobrar dos irmãos católicos mais freqüência nas igrejas ainda sugere que estes de pouca freqüência e que só vão às missas aos domingos devem estes faltosos literalmente rasgarem suas bíblias.
Ora! Ninguém tem direito de impor-nos horas de freqüência para rezar em igrejas e menos ainda de determinar o que devemos fazer com nossas bíblias.
Eu, como católica, gosto sim! De um Deus light, pois ele é de amor, não me cobra horas na igreja, não me faz bater cartão de ponto na entrada e saída da mesma, não me cobra nada, nada, isto só faz os meus irmãos em Cristo nas igrejas católicas. É lamentável, não é!!!
Já está na hora de acabar com esta falsidade, perante Deus, pois as pessoas vão para as igrejas 24 horas por dia e saem de lá, se sentem santos! Pegam uma caneta e criticam severamente quem lá pouco vai. Chega disso, chega de se sentirem melhores que outros. Deus sabe quem somos nós, todos pecadores! No entanto, reflitam bem.
Sobre o filme do Mel Gibson, “A Paixão de Cristo”, segue minha modesta opinião: este filme explora a sagrada vida de Jesus Cristo, a finalidade é uma só, vender o produto sagrado, este que já foi vendido no passado por umas moedinhas, e agora com a modernidade ele é vendido nas bilheterias dos bons cinemas, nas belas cidades, em luxuosas poltronas, com direito a pipocas e beijocas, e com tudo isso aumentar cada vez mais a conta bancária do Mel!
E assim continua a humanidade!
Iris Linhares Ferreira de Mello - RG 5.347.238