O circuito de Tarumã continua o mesmo, com curvas de alto risco, áreas de escape reduzidas e velocidades médias superiores à de qualquer outra pista brasileira, mas só o fato de ter recebido novo asfalto basta para reduzir o benefício de se conhecer melhor suas características.
Depois de sete anos competindo nos Estados Unidos, Daré se transferiu para a Stock Car brasileira neste ano, e depois de duas corridas, aponta o desconhecimento dos circuitos como o maior complicador desta sua fase de adaptação.
“Depois de correr sete anos com monopostos, estou descobrindo um mundo novo na Stock e estou gostando muito. A categoria é supercompetitiva e tem pilotos excelentes, o que forma uma ótima receita. E o fato de eu ainda não conhecer os circuitos é apenas uma etapa da mudança radical que fiz trocando a Indy Racing League pela Stock Car”, revela Daré.
O bauruense considera possível um lugar entre os dez primeiros amanhã. “Tudo vai depender dos resultados nas baterias, mas espero chegar o mais na frente possível. Já estou bem à vontade no carro e a prova será em uma pista em que a Stock não corre desde 2001. Isso melhora as chances de um bom resultado para quem, como eu, tem pouca experiência na categoria.”