Regional

Produtor planta, colhe, torra e mói o café que vende na Bauru-Marília

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

O produtor rural Silvestre Steker e sua esposa se desdobram para fazer todos os produtos vendidos na barraca que eles mantêm no quilômetro 402 da rodovia Bauru-Marília, próximo de Garça. O casal segue à risca as determinações do DER e só comercializa aquilo que eles produzem.

Steker explica que tem três alqueires de terra onde planta café, amendoim e coco. “O café que eu vendo é plantado, colhido, torrado e moído aqui mesmo.”

O produtor diz que, como sua produção é pequena, não tem condições de comercializá-la com torrefação de café. “Nós não temos como tratar bem do pé de café e ele acaba produzindo pouco e a alternativa é torrá-lo e vendê-lo aqui na barraca.”

Com o amendoim que ele planta é feita a paçoca. “Minha mulher é quem faz a paçoca. A cocada é ela também que faz, usando o coco seco. O coco fresco é plantado aqui.”

Steker lembra que tem clientes fixos que chegam de Garça e de Marília para comprar o café e a paçoca. Ele não está satisfeito com o movimento da barraca. â€œÉ minha única renda e o movimento está aquém do que eu preciso.”

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