• PPS e o PTB
Os candidatos a vereador do PPS podem ficar sem a companhia do PTB nas eleições deste ano. É que os petebistas queriam uma aliança na majoritária e proporcional, o que deixaria os nilsistas do PPS em desvantagem na disputa na legenda por uma cadeira na Câmara. Além disso, o comando estadual do PTB pode atender a mais um apelo do PSDB para apoiar Caio Coube em Bauru.
• Marsola sozinho
O acordo entre PTB e PPS na cidade já estava selado há algumas semanas. Porém, como em política nada é definitivo antes dos prazos finais, é possível que o PPS e seu pré-candidato a prefeito de Bauru, o chefe de Gabinete de Nilson Costa, Antonio Sérgio Marsola, fiquem agora sem a aliança com o PTB.
• Restrições
A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bauru decidiu que vai aumentar a segurança do prédio. Dentre as medidas que serão adotadas está a exigência de documento de identificação para viabilizar o acesso aos gabinetes dos vereadores. Faz parte dos planos a aquisição de um equipamento para controlar a entrada e a saída dos visitantes. A decisão ocorre após a “chuva de ovos” de segunda-feira passada, lançada pela CUT.
• Disque-denúncia
E para dar o contraponto à decisão da Câmara, a subsede regional da CUT anunciou a criação de uma espécie de disque-denúncia. A intenção é provocar a sociedade para denunciar atos supostamente irregulares dos poderes Executivo e Legislativo. A Central Única dos Trabalhadores, que garante sigilo aos denunciantes, terá trabalho para fazer triagem adequada em época eleitoral.
• Divisão eleitoral
Os cartórios eleitorais de Bauru dividiram a demanda de serviço com vistas à eleição municipal. A 23.ª Zona será a responsável pelo registro das candidaturas a prefeito e vereadores. A 387.ª distribuirá a propaganda gratuita de rádio e TV, a cota de outdoors e ainda fiscalizará os programas e os cumprimentos das regras.
• Expectativa
Ainda não se sabe qual será a reação do plenário da Câmara Municipal de Bauru diante do adiamento do desfecho entre o Ministério Público e a prefeitura sobre a confissão da dívida de R$ 14,7 milhões com a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). O relatório da CEI da CPFL retornará à pauta do Poder Legislativo na segunda-feira para ser discutido e votado.
• Com a CPFL
Contudo, o caso pode ter um desfecho até amanhã, pelo que ficou encaminhado na reunião desta semana entre o Ministério Público e as partes envolvidas na polêmica. Hoje, o prefeito Nilson Costa deverá visitar Campinas, mais precisamente a sede da CPFL, visando apressar um novo acordo.
• Vagas na Câmara
E foram confirmadas em segundo turno, na Câmara Federal, as mudanças propostas por um projeto de emenda constitucional (PEC) em câmaras municipais de todo o País. Pela PEC em questão, o Legislativo de Bauru ficará com os mesmos 21 vereadores. Leia matéria na página 15, no segundo caderno, editoria Nacional.