A confecções Kezo não seria a mesma hoje se não tivesse passado pela experiência da incubadora de empresas de Bariri, acredita Paulo César Andreoli, que atualmente administra o negócio ao lado de seu irmão Rogério Marques Andreoli. “Saímos mais fortes e com menos medo de ousar”, avalia.
Ele explica que a confecção existe desde 94, mas era uma empresa familiar. “Havia a necessidade de profissionalizar. Durante o tempo que permanecemos no ‘ninho’, amadurecemos e aprendemos a nos organizar. Com isso, a empresa deu um grande salto qualitativo.”
O salto, a que se refere o empresário, pode ser comprovado pelo espaço onde está localizada a empresa. “Antes de irmos para a incubadora ocupávamos um barracão de 70 metros quadrados. Na incubadora ocupamos um espaço de 150 metros quadrados e saímos de lá para ocupar outro com 580 metros quadrados.”
Andreoli confessa que tinha medo de ousar. “Aprendi a encarar as novas situações de maneira diferente e a aproveitar as oportunidades. Por exemplo, surgiu uma oportunidade de comprar uma máquina de bordadeira. Comprei e com ela tenho trabalhado muito. Em outros tempos, não teria coragem”, confessa.
A negociação com os clientes também foi incrementada. “Tenho o meu preço fixo computado e estou apto a negociar. Meus clientes estão no Brasil todo, especialmente em Minas Gerais, São Paulo e em toda a região.”
O empreendimento cresceu forte, diz o empresário. “Na incubadora, a empresa tinha 12 funcionários. Hoje, temos 23.”