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Série A3: Vítor Hugo assume e promete acesso

Leonardo de Brito
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Vítor Hugo Siqueira dirigirá o elenco do Noroeste pela terceira vez. As outras foram em 2001, quando iniciou a carreira de técnico e em 2003. O ex-zagueiro é o terceiro treinador do Noroeste na Série A3 deste ano. O grupo já foi comandado por Túlio Tangioni e Cilinho.

Vítor Hugo assumiu o cargo ontem à tarde, e estreiará no jogo de volta da fase decisiva, contra o Osasco, sábado à noite, em Bauru. Esbanjando otimismo, ele promete colocar o Noroeste na Série A2 de 2004, e mesmo antes do coletivo apronto desta quinta-feira, às 19h - mesmo horário do jogo de sábado - anunciou a equipe para a partida crucial.

Cilinho ficou no cargo menos de uma semana. No único jogo que dirigiu, o Norusca fez sua pior partida na Série A3, na derrota de 3 a 1 para o Osasco, domingo passado, na Grande São Paulo.

Vítor Hugo conta a volta do lateral-direito Ti e do meia Luís Carlos, que cumpriram suspensão, mas não terá o goleiro Maurício, zagueiro Alan e o volante Tobias. Maurício foi suspenso por um jogo na reunião de segunda-feira à noite, do Tribunal de Justiça Desportiva, acusado de ofender um dos bandeirinhas após a partida em Mirassol. Em seu lugar jogará o jovem Defendi. Alan foi expulso de campo em Osasco, enquanto Tobias recebeu o terceiro cartão amarelo.

O zagueiro André Luiz e o lateral-esquerdo Jorginho estão se recuperando de contusões e devem jogar. Chocolate volta a atuar como volante, pela direita. Vina será o segundo volante no lugar de Ricardo Miranda. Quem também perde a vaga é Valmir. Em seu lugar foi escalado Lúcio, que terá Gileno como parceiro no ataque.

O Noroeste enfrentará o Osasco com Defendi; Ti, Otacílio, André Luiz e Jorginho; Chocolate, Vina, Luís Carlos e Paulista; Lúcio e Gileno.

Vítor Hugo foi apresentado aos jogadores pelo gerente de futebol Celso Zinsly, por volta das 15h, no vestiário principal do Estádio Alfredo de Castilho. Em seguida deu um treino tático.

Dos oito clubes que participam da fase decisiva da Série A3, apenas XV de Piracicaba, Sertãozinho e Osasco ainda não trocaram seus treinadores. Até aqui, 35 técnicos passaram pelos 16 clubes que iniciaram a competição, em janeiro - média de mais de dois treinadores por time.

Juntamente com os três times dos dois quadrangulares que mantiveram seus treinadores, Wilson Coimbra e João Ricardo, técnicos de Palmeiras-B e Grêmio Mauaense, respectivamente, não saíram de suas equipes. Os recordistas são Guaratinguetá e Mirassol. Ambos passaram pelas mãos de quatro treinadores cada.

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