Os servidores municipais de Bauru iniciaram, na segunda-feira, 31 de maio, uma greve para forçar o prefeito de Bauru, Nilson Costa, do PTB, a apresentar uma proposta para reposição das perdas salariais. Somente nos seis anos de Nilson à frente do Palácio das Cerejeiras, as perdas atingem a espantosa marca de 78%.
Garantida pela Constituição Federal, a greve é um instrumento legítimo dos trabalhadores para tentar quebrar a intransigência da classe patronal, seja no setor privado ou público.
É inadmissível que os servidores da cidade recebam salários aviltantes como os que a Prefeitura de Bauru paga. Educar nossos jovens, coletar nosso lixo, cuidar da nossa saúde, asfaltar nossas ruas, são, entre outras tarefas, as dos servidores. E, por isso, eles merecem ser bem remunerados.
Se a greve causa transtornos, o culpado por eles é justamente o prefeito, que insiste em não conceder reajuste salarial superior aos minguados 8%.
Diante disso, manifestamos nosso total apoio à luta dos servidores municipais e torcemos para que seja vitoriosa. É uma questão de justiça. “A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar”- Marthin Luther King
CUT - Central Única dos Trabalhadores, Apeoesp - Bauru, Sindicato dos Metalúrgicos de Bauru e Região, Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, Sindicato dos Ferroviários de Bauru e MS, Adunesp, Sinergia-CUT-Bauru, PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado e Corrente ‘O Trabalho’, do PT, e direção municipal do PT