Aproxima-se a hora e a vez que novamente o eleitor será chamado às urnas (3/outubro) para dar o seu voto, a sua livre escolha e a sua importante decisão a respeito da formação da “classe política” que se propõe a representar-nos publicamente. Se você eleitor bauruense está satisfeito com a situação política e os rumos de nossa cidade, que bom! Se você não está, melhor ainda, porque terá a oportunidade de mudar esta situação (novos rumos), mas mudar de verdade e não só na propaganda eleitoral. Esta mudança começa na “conscientização” e na compreensão da cidadania como participação social e política (consciência cívica) e para isso, necessariamente, o eleitor deve informar-se o máximo possível e a mídia cumpre um papel decisivo, pois ao democratizar a informação, com independência, credibilidade e ética, estará fazendo responsavelmente seu papel, cabendo assim, ao eleitor, tirar o melhor proveito destas informações para sua análise e compreensão política, já que a população pouco informada não forma opinião, o cidadão não tem voto e o processo democrático não avança (mais que um fim, a “política” é um processo). Portanto, aos “inocentes de plantão” e aos “distraídos da coisa pública” todo o cuidado é pouco, pois muitos candidatos certamente irão recorrer a métodos “politicamente incorretos” para atingir os seus objetivos (o seu voto) e não é a hora nem a vez do eleitor desvalorizar a sua importância. Muito pelo contrário. Se você acreditar na sua importância, isso faz toda a diferença e o seu voto só não muda o que aí está se você assim não o quiser. Portanto, não valorize demais a sua desimportância.
Outra coisa. Errar é humano. Todos cometemos “erros”, mas repetir os mesmos erros, os mesmos enganos, esquecendo e perdendo as lições que os permitiriam evitar, além de “burrice”, no caso específico da política bauruense, aí é gostar de sofrer (masoquismo), uma verdadeira “perversão do critério político”. De qualquer forma, “há males que vêm para bem” e que os “erros políticos” do passado sirva-nos de aprendizado, pois nesta eleição que se aproxima o eleitor bauruense vive o dilema de “acertar ou acertar” e isso não é necessariamente ruim, tampouco difícil de realizar. Basta você (eleitor) querer. Agora é a sua hora. Agora é a sua vez. Faça bom proveito.
PS - Bauru tem problemas? Muitos. Então, vamos direto à raiz do problema, ou você muda Bauru ou você se muda de Bauru.Depois não adiantará reclamar: “Bauru era infeliz e eu não sabia”... Então, desde já “fique sabendo”!!! (Aurélio da Silva Braga - RG 12.912.493)