Outros exemplos da fase de revitalização porque passa Belém vêm do Theatro da Paz e da Feliz Lusitânia, lugares reconquistados que evocam a herança dos antepassados.
Hoje, Belém tem teatros, museus, galerias, restaurantes, parques, anfiteatros, lojas de artesanato e outros espaços de múltiplas funções que ocupam locais que antes estavam praticamente abandonados.
Percorrer as ruazinhas da Cidade Velha é importante para o turista que quer conhecer a cidade e entender a influência européia na Amazônia.
O bairro preserva casas térreas e sobrados com fachada de azulejos coloniais portugueses. É ali que também ficam dois museus importantes do Pará: o de Artes e o do Estado.
O primeiro está localizado no Palácio Antônio Lemos (1883), no mesmo prédio da Prefeitura Municipal.
Conta com um acervo de mais de 200 peças dos séculos 19 e 20, como a tela “Os Últimos Dias de Carlos Gomes” (o maestro campineiro que morreu na cidade, em 1896).
Já o museu do Estado ocupa o Palácio Lauro Sodré (1771). Foi construído em estilo neoclássico, no final do século 19, passou por reformas e lembra a fase áurea do ciclo da borracha.
Depois do banho cultural é só descer ladeira abaixo rumo ao cartão-postal de Belém: o Ver-o-Peso para se entregar aos cheiros e aos sabores da rica culinária paraense.