Enquanto acreditaram ser definitiva a decisão do TSE sobre a regulamentação do número de vereadores, alguns deles ensaiaram um projeto, diminuindo o número de cadeiras para 15, no que foi apoiado pela maioria de seus nobres pares. Quando tomaram ciência de que esta decisão caberia ao Congresso Nacional, este projeto, estranhamente, desapareceu e foi esquecido pelos nobres vereadores (nem o gravador funcionou nesta hora), que hoje, através de sua associação, pressionam o Congresso para a aprovação da nova tabela de proporcionalidade, que deixará tudo como está.
Agora, os nobres edis resolvem deixar para votar a resolução sobre seus subsídios após 3 de outubro, quando já estará definida a nova Câmara.
Gostaria de estar enganado, mas ou estão com medo da reação dos eleitores sobre a posição que deverão assumir frente a esta resolução ou se a renovação da Câmara for muito grande estarão tomando uma decisão “patriótica” de baixar os subsídios para os novos eleitos (eta vingança boa). Atenciosamente.
Omar Fayad - RG 3.587.661