Turismo

Suíça

Eliane Barbosa (com Agência Estado)
| Tempo de leitura: 2 min

Claro que as estações de esqui, como Saint Mortiz e Chamoix, são o cartão-postal da Suíça. Mas o país que fica no coração da Europa tem muito mais a oferecer ao visitante. Principalmente nesta época do ano, que coincide com a primavera do Hemisfério Norte. Com dimensões pequenas se comparadas as do Brasil, a Suíça é especial para ser desbravada com temperaturas mais altas, dias ensolarados que se prolongam quase a noite toda e multicores refletidas através de sua vegetação.

É fácil chegar até lá e mais fácil ainda andar por suas cidades cercadas de encantos. Muitos bauruenses já visitaram o país e aprovaram. Cinco vezes na semana partem do Aeroporto de Guarulhos (Cumbica) vôos da Swiss com destino a Zurique. Desembarcando depois de cerca de 12 horas de vôo não há erro para se chegar ao hotel ou localidade previamente escolhida.

Os aeroportos de Zurique e de Genebra, para onde são concentrados os vôos, estão totalmente integrados à rede ferroviária e têm suas próprias estações de trem. De 10 a 30 minutos partem trens em direção às principais cidades.

A viagem já é um passeio, pois permite que o turista aprecie inteiramente as belas paisagens do país. Um roteiro incrível, onde apenas alguns quilômetros separam geleiras de palmeiras. Dá para imaginar?

O tamanho compacto da Suíça e seu excelente sistema de transporte público facilitam a visita às suas cidades e principais atrações.

Entre as cidades cosmopolitas, destaque para Berna, a Capital; Zurique, a maior cidade do país; Genebra, que faz fronteira com a França; Basiléia, conhecida como a Capital cultural da Suíça graças a seus 30 museus; Lausanne, que fica às margens do Lago Genebra, com os majestosos Alpes ao fundo e Lucerna, um lugar pitoresco.

Lugares que merecem uma visita, indicados como de extraordinária importância universal por serem Patrimônio da Humanidade da Unesco.

A Capital federal, por exemplo, fundada em 1191, deve sua fama à arquitetura unificada da cidade com seus seis quilômetros de caminhos cobertos, uma vista magnífica e inúmeras fontes de água com esculturas.

Mas há muito mais para se ver e se encantar no país. Caso do Convento St. Johann, Müstair, que deve sua existência a Carlos, o Grande, e onde vivem freiras enclausuradas; a Biblioteca do Convento de St. Gallen, que tem mais de 150 mil litros, 202 mil manuscritos medievais e uma múmia de 2.700 anos; a ponte da capela (Chapel Bridge) em Lucerna, construída no século 14; o Monte San Giorgio, em Ticino, com a montanha dos lagartos em forma de pirâmide; os castelos medievais de Bellinzona - Castelgrande, Montebello e Sasso Corbaro - que foram construídos ao longo de uma importante linha de defesa dos antigos romanos e o jato d’ água de Genebra, famoso símbolo da cidade que lança 500 litros de água por segundo numa velocidade de 200 quilômetros por hora, a uma altura de 140 metros.

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