Ninguém desconhece que a insegurança pública existente em nosso País vem atingindo níveis alarmantes na área social. Não podemos citar somente as condições das cadeias publicas, mas sim conflitos entre policiais e favelados de cidades com grande índice de violência, proveniente das trocas de tiros, freqüentemente, de facções que controlam o tráfico de drogas e policiais que, motivados a manter a lei, se arriscam gravemente para combater essa chaga social. A situação é grave e não esta circunscrita a esta ou aquela localidade.
Tal fato ocorre uma vez que a inépcia dos políticos em contribuir com investimentos públicos é lamentável. Falta capacidade para governar. Com incentivos de obras para comunidade parte da violência se disseminaria, pois tendo com o que se distrair e trabalhar não sobraria tempo suficiente para o tráfico e, em decorrência disso, mortes relacionadas aos conflitos.
Corrupção e violência são mazelas marcantes de um país totalmente inseguro. Inseguras também estão as nossas polícias, que estão longe de merecer dos governos os investimentos necessários. A Polícia Federal, tida como a mais eficiente, está submetida a um quadro de penúria. Resta alguma dúvida de que algo precisa ser feito urgentemente?
Sem contar o medo que temos de andar nas ruas. Não sabemos mais quem pode nos proteger, a grande parte da polí cia que é “responsável” não atua mais com aquela autoridade de antigamente. Não se devem nutrir esperança quanto a mudanças no atual cenário.
Tudo se resume a uma simples retratação de um País amedrontado com conflitos entre policiais e facções, que de uma maneira geral pode vir a atingir o moral e a vida de pessoas que nada têm a ver com isso, e é imperativo manter a polícia com autoridade perante a civilização e também contribuir com obras para comunidades carentes. (Tiago Vinício Alves - RG 44.436.264-2)