Os membros do Conselho Diretor e do Serviço Administrativo do Fundo Municipal do Corpo de Bombeiros (Fumb) começaram a discutir, ontem à tarde, a utilização dos R$ 232 mil arrecadados até o momento com a taxa de sinistro, que começou a ser cobrada em Bauru neste ano.
“Apresentei uma série de prioridades que dizem respeito a investimentos e manutenção e estamos estudando, agora, qual será a porcentagem de recursos que será destinada a cada item, porque a nossa preocupação é aplicar bem o dinheiro”, afirma o comandante interino do 12º Grupamento de Bombeiros de Bauru, capitão Jovelino Barbosa Lima Filho.
Segundo ele, a definição dos índices será acertada na próxima reunião do conselho, agendada para segunda-feira. “Nosso interesse é chegar a um consenso o quanto antes possível”, destaca.
Lima Filho afirma que os recursos para manutenção irão contar, ainda, com um reforço de R$ 215 mil referentes à verba prevista para essa finalidade no orçamento do município.
O 12.º Grupamento de Bombeiros de Bauru conta com três postos de atendimento. A frota é composta por sete viaturas de salvamento e combate a incêndio, além de duas motocicletas e outros veículos.
A falta de recursos para manter essa estrutura e para investir em novas aquisições foi o que motivou a corporação a lutar pela implantação da taxa de sinistro. O imposto anual varia de R$ 5,00 a R$ 500,00, dependendo do tipo de imóvel e sua finalidade.
A previsão de arrecadação para esse ano era de R$ 700 mil a R$ 900 mil, mas até o momento foram contabilizados R$ 405 mil, dos quais cerca de R$ 173 mil foram gastos com impressão e emissão dos boletos de cobrança.