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Jogos Olímpicos: Equipe masculina viaja otimista para a Europa

Da Redação
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São Paulo - Enquanto as campeãs do vôlei retornam ao País, a Seleção Brasileira masculina, principal favorita à medalha de ouro na modalidade nos Jogos Olímpicos de Atenas, despede-se hoje do Brasil, quando embarca rumo à Europa em vôo programado para decolar às 15h20 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Os atuais campeões do mundo farão uma escala na França, antes de irem para a Grécia. No país da Torre Eiffel, a equipe fará dois amistosos contra a Seleção Francesa, nesta sexta-feira e sábado, na cidade de Bordeaux. Na próxima terça-feira, a delegação chega à Vila Olímpica de Atenas. A estréia na Olimíada está marcada para o dia 15, contra a Austrália.

Na bagagem, os jogadores levam, além de objetos pessoais, muito otimismo e a determinação de fazer com que todo o esforço do grupo nesses quatro anos seja recompensado.

“Penso que trabalhamos muito e treinamos exaustivamente para chegar até aqui. Lembro das dores musculares, do quanto cada um de nós ralou, se dedicou e sofreu durante esses anos. Isso é o que move e me dá força nesse momento. Temos a consciência de que agora só depende de nós”, afirmou o levantador Ricardinho à assessoria de imprensa da Confederação Brasleira de Voleibo (CBV).

Estreante em Olimpíadas como Ricardinho, o líbero Escadinha buscou mostrar tranqülidade. “Não estou ansioso. Acho que a ansiedade chegará minutos antes de entrar na quadra. Enquanto isso não acontece, ainda temos uma semana de treinos para trabalhar os detalhes e chegar bem à Atenas”, declara.

O técnico Bernardinho confia na coletividade para atingir o grande objetivo. “Nessas três temporadas, a equipe nunca apresentou sinais de vaidade. É claro que existem armadilhas, mas não acho que o time mudará o seu trajeto logo no final da curva. Um das qualidades dessa equipe é a coletividade. Espero que continue assim em Atenas”, analisa.

Bernardinho já tem alguma informação sobre a Austrália, seu adversário da estréia, mas confessa que a sua maior preocupação está nas rodadas seguintes. “Já vi alguma coisa da Austrália, mas admito que tenho me dedicado mais aos vídeos dos adversários que, teoricamente, irão nos dar mais trabalho como Sérvia, Itália e Rússia”, encerra o técnico.

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