Regional

Cutelaria artesanal

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

Os primeiros registros escritos da cutelaria artesanal no Brasil como profissão datam do final do século 18 na localidade de Pasmado, no Ceará. O pioneiro na cutelaria padrão brasileira é Roberto Gaeta, de São Paulo. Inspirado no que começava a ocorrer nos EUA, começou, nos anos 60, a produzir facas artesanais, mais para seu uso próprio e para presentear amigos do que para vendê-las.

Passados mais de 30 anos, Gaeta, que não é parente do Gaeta de Jaú, continua produzindo facas, com criações cada vez mais valorizadas, e que há muito nada ficam a dever às melhores norte-americanas e européias.

A cutelaria artesanal brasileira ganhou fôlego nos anos 80 quando começou a surgir artesões jovens e dedicados, cujo nível atual de qualidade atingiu patamares internacionais. Atualmente, existem cerca de 28 cuteleiros considerados padrão em plena atividade. O Brasil figura em quarto lugar em nível mundial, atrás da França, Itália e Austrália e ocupa a liderança dentro da América do Sul.

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