Pesquisa do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo aponta que 60% das vítimas de acidentes automobilísticos que sobrevivem ficam com lesões permanentes. As seqüelas vão desde a amputação de membros (dedos, mãos, braços, pés e pernas) até as lesões neurológicas graves, como os danos cerebrais e a perda de movimentos (paraplegia e tetraplegia).
Os acidentes no trânsito são responsáveis por aproximadamente 5,5% dos casos de deficiência no Brasil, segundo a Rede Saci. Outros 7% dos casos são causados por acidentes domésticos e 2,5% por acidentes de trabalho.
De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), mais de 90% dos acidentes ocorrem por falha humana, especialmente por descuido e negligência. Isso significa que aproximadamente 15% das deficiências físicas, mentais, visuais e auditivas registradas no Brasil atualmente poderiam ter sido evitadas com cautela, respeito às leis e prudência.