• Campeão
Paulo César Abelha (Caju), do Bauru Tênis Clube, foi o campeão na categoria 35 anos do 7º Tour Aberto da Academia Tenis Tomb, na cidade de Avaré, Ele venceu Maurício Camelli (Assis), por 7/5, 6/1, Na final, Marcos Fernandes (SP) por 6/3, 6/2. A próxima participação do atleta será no Campeonato Aberto de Tênis da Primavera da Associação Luso-Brasileira de Bauru.
• Iniciante
Leonardo Kerche Nascimento, filho do radialista Pedro Norberto e de Célia Maria Kerche Nascimento, 15 anos, está praticando tênis na Associação Luso-Brasileira de Bauru (ALBB), sede de campo, com o treinador Ronaldo do Espírito Santo. Leonardo está disputando a barragem da ALBB e participará do seu primeiro campeonato que será o Aberto da Luso.
• Paraolímpicos
O paulista Marcelo Pommê, tenista cadeirante. patrocinado pela Aveia Ferla, está se preparando para os Jogos Paraolímpicos, de 19 a 26 de setembro, em Atenas, Grécia. Ele viajou para Washington, nos Estados Unidos, onde disputou o National Capital Champioship, em simples e duplas, esta ao lado de Carlos Jordan. Ele retornará ao Brasil e embarcará para Atenas no dia 9 de setembro
Pommê, 61º no ranking mundial de tênis em cadeira de rodas, passou por uma cirurgia no quadril. Todo esforço do tenista em treinamentos e participação em competições foi reconhecido pelo diretor da Aveia Ferla, Álvaro Ferenczi, A empresa é nacional e está atividade há 50 anos.
• André Cury
A falta de um patrocinador é um problema enfrentado por André Cury, do Bauru Tênis Clube, categoria 28/34 anos e primeira classe, vice-lider no ranking da Federação Paulista de Tênis. Nesta semana ele está disputando um campeonato profissional no Costão do Santinho, em Florianpólis, Santa Catarina. A partir do dia 28 jogará em Curitiba.
O atleta treina duas horas três a quatro vezes por semana com Celso Sacomandi e Roger Guedes para manter a forma física técnica. “Sua batida de direita considerada como uma das melhores do país, de acordo com vários técnicos”, ressalta o seu pai e incentivador, o médico e tenista Carlos Eduardo Cury,
“Falta patrocínio para ele e para muitos outros dentro do cenário tenístico brasileiro agravado pelo amadorismo por parte dos dirigentes dos clubes, das federações e da Confederação Brasileira de Tênis. É preciso que os clubes se empenhem em firmar parcerias em caráter profissional como apoio para os tenistas”, frisou o médico.
A falta de patrocínio é um problema comum em esportes coletivos e individuais e tema de reclamações constantes por parte de todos os atletas e até hoje sem solução. Com relação ao tênis, está coluna publicou sugestões do jornalista José Nilton Dalcin procedimentos por parte da CBT que poderiam amenizar essa eterna dificuldade.