Economia & Negócios

Chapas valorizam a força do Interior

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 2 min

O candidato a vice-presidência do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) pela chapa da situação, José Luiz Miranda Simonelli, destaca que as indústrias do Interior paulista foram beneficiadas pela gestão do presidente cessante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Horácio Lafer Piva.

“O Ciesp cresceu muito, no Estado todo, durante a atual gestão (da Fiesp). O Interior paulista também foi beneficiado pela postura sempre aberta a diálogos do presidente Piva. Para se ter uma idéia, durante a gestão dele o sistema S (Sesi/Senai) recebeu recursos de R$ 23 milhões em Bauru. No Estado foram R$ 400 milhões investidos no setor. O Cláudio (Vaz) conhece a fundo o Interior do Estado e sabe muito bem da força industrial dessa região”, destaca.

Para Simonelli, manter a filosofia de deixar a Fiesp/Ciesp sempre aberta ao diálogo é um ponto que pode beneficiar Bauru, onde o setor industrial é marcado pela diversidade com forte atuação de empresas nos setores gráfico, de baterias, alimentício, mobiliário escolar, entre outros.

“Não temos dúvida de que o Cláudio continuará atendendo o Interior de maneira especial. Ele é um administrador nato, trabalhador incansável e com uma visão de futuro voltada à superação constante de desafios e obstáculos em benefício do bem comum da categoria, o que obviamente se reflete em resultados positivos para a sociedade.”

Ruptura

O industrial José Eduardo Mendes de Camargo, que concorre ao cargo de segundo vice-presidente do Ciesp na chapa 1, de Paulo Skaf, destaca que a principal meta é restaurar o prestígio da indústria paulista e articular com as forças econômicas e políticas para o crescimento do setor e do País.

“Durante a atual gestão de Piva, o setor industrial perdeu muito seu prestígio. Há 20 anos, a Fiesp/Ciesp era a principal entidade interlocutora da classe produtiva no Brasil. É preciso mudar a situação atual, e o primeiro ponto a ser atacado é o resgate do poder político da entidade. Isso só pode ser feito com gente que sabe fazer política, e o Paulo Skaf já provou isso. Ele assumiu a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil) com 80 associados há cinco anos atrás, e hoje deixa a entidade com 4 mil sócios, além de ter unido toda a cadeia produtiva do setor”, destaca Camargo.

De acordo com ele, empresário do setor sucroalcooleiro, a chapa de Skaf adota uma linha proativa, de liderança em busca de resultados. “Chegou a hora de usar a força política das nossas entidades em benefício da indústria, sempre lembrando que o que é bom para a indústria é bom para o País. Ele (Skaf) tem um leque muito abrangente de participação política, e isso é de extrema importância neste momento. O Interior é a grande força motriz da indústria paulista, e nós vamos investir pesado no Interior.”

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