Às vésperas de toda eleição, na maioria das vezes concentramos nossa atenção para as qualidades pessoais do indivíduo e/ou do grupo postulante e não atentamos para plataforma administrativa e ideológica que está conduzindo aquele indivíduo e/ou grupo ao posto almejado. Este comportamento é típico de quem, como nós brasileiros, tem uma democracia incipiente que vem sendo formada por sucessivos momentos de euforias e frustrações, e ainda carente de um espírito de cidadania irradiado por toda sociedade brasileira. Em toda a eleição em que fazemos parte como agente ativo ou passivo do processo, nossa obrigação - como cidadão - é exigirmos de todos os postulantes que suas idéias, comportamentos e ações, em prol da comunidade afetada por esta eleição, sejam apresentadas para depurarmos a consistência da plataforma e a capacidade do postulante em conseguir atingir as metas propostas. Exemplificando: se um cidadão postula a administração da municipalidade (prefeito ou vereador), não votar nele porque é nosso amigo, mora no nosso bairro ou nos vai arranjar um posto na prefeitura. Devemos votar nele se ele tem algo a acrescentar à nossa cidade, se propuser atos e idéias que irão melhorá-la, se ele não temer elogiar as obras benéficas, mesmo que feitas pelo seu oponente, ter fé, ética e Deus no seu coração. Pois aí encontramos um homem público que devemos votar e apoiá-lo. O resto é marketing político, somente cabível em uma época ausente de bandeiras sociais e uma sociedade politicamente, como a que vivemos. Por isto, e por tudo que aconteceu em Bauru nestes oito anos de abandono, sem um prefeito ativo, desinteressado na boa condução da nossa cidade. Não podemos mais errar, chega de sofrimento, vamos escolher no dia três de outubro, entre todos os candidatos que estão postulando o cargo de prefeito, vamos votar naquele que é moderno e transparente, que fará uma administração ética, moralizadora, que fomente a educação, a cultura, a saúde, valorize a criança, o idoso, sem se esquecer do incentivo ao crescimento industrial, comercial e de serviços, gerando e criando emprego para jovens, e desonerando a população das taxas inconstitucionais, com custos desnecessários, sem abrir mão de investimentos de melhorias, e que aglutine idéias e atos que elevem Bauru ao lugar em que ela deverá estar no Brasil. (Joaquim Paulo da Costa - Joaquinzinho)
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