Hoje, faz 65 anos que foi inaugurada a Estação ferroviária, que englobava as antigas Sorocabana, Noroeste e Paulista, e que fez da cidade o maior entroncamento ferroviário da América do Sul. Infelizmente, nós, bauruenses, não temos motivo para comemorar, como foi em 1 de setembro de 1939, quando, para a cidade, foi uma festa e um dos sinônimos de progresso.
Depois da privatização das ferrovias e da extinção dos trens de passageiros, o prédio ficou totalmente abandonado, ficando à mercê de mendigos e vândalos, além das locomotivas a diesel e vagões virando sucata na Plataforma 2 da Estação e das demais, na Triagem. Por ser o coração do Centro da cidade, aquele prédio, já tombado e com toda aquela dimensão, deveria passar por uma reforma geral e se transformar em área de entretenimento, ação global, lazer e cultura para a nossa tão sofrida população, como galeria de exposições culturais, fundo de amparo social, biblioteca, etc, aproveitando toda a área abandonada e, principalmente, pelo projeto “Ferrovia para Todos”, da Secretaria da Cultura, estar em andamento com o passeio turístico com a locomotiva 278.
Podemos exemplificar a cidade de Marília, que, logo depois do fim do trem de passageiros transformou a sua estação ferroviária, que não é tão grande, em centro de saúde. Se as estações das cidades em um raio de 120 quilômetros de Bauru podem ser reaprove (Danilo de Paula Moura - servidor público municipal - RG 35.276.464-8)