• Raquete e TV
Cláudio Amantini Neto (Cacau), coordenador do departamento de tênis na sede social do Bauru Tênis Clube, promoveu a venda de uma raquete Babolat de última geração entre os atletas veteranos. A colaboração especial foi da NB Sport, de Paulo Siqueira, e o contemplado foi Hélio Crês. O valor arrecadado foi destinado foi para a compra de uma TV de 29 polegadas instalada na sala do saudoso Cláudio Sacomandi.
•Aberto da Luso
Serão encerradas hoje as inscrições para o Campeonato Aberto de Tênis da Primavera da Associação Luso-Brasileira de Bauru, a ser promovido pela empresa Márcia Cury Eventos Esportivos. Uma entidade filantrópica receberá parte da arrecadação das inscrições. Esse torneio consta no calendário de eventos do setor de tênis do clube sede e das comemorações dos 108 anos de Bauru.
Haverá sorteio de pacote turístico, atendimento de berçaristas para crianças, fisioterapeuta para atendimento de atletas, hidratação e prêmios especiais para os campeões masculinos e femininos. O apoio é do Jornal da Cidade e da FM 96. Informações pelos telefones (14) 3234-5997, 8114-0326 e pelo site pay@matchpoint, com.br
•US Open
Foi iniciado ontem, em Nova York, em Flushing Meadows, um bairro de Queens, o Aberto dos Estados Unidos, o US Open, o último Grand Slam do ano. A duração do campeonato será de 15 dias e o comparecimento do público está sendo estimado em mais de 650 mil pessoas. Os jogos serão transmitidos pela TV a cabo.
A premiação total é de R$ 60 milhões, divididos igualmente entre homens e mulheres, a partir de perdedores na primeira rodada em simples e duplas. Cada vitória representa mais dinheiro no bolso dos atletas. E os campeões receberão R$ 3 milhões, além de premiação especial dos seus patrocinadores.
Um norte-americano campeão ou vice-campeão, ganha espaço na mídia nacional e internacional, o que faz gerar novos contratos milionários. A Nike, por exemplo, no ano passado, acertou o pagamento total de R$ 120 milhões com Venus Williams por um período de cinco anos, que corresponde R$ 24 milhões por ano, R$ 2 milhões por mês.
O complexo esportivo do US Open, com 33 quadras descobertas com piso rápido e refeito todos os anos, pertence à prefeitura de Nova York e foi reformado entre 1995 e 1999. De acordo com Paulo Cleto, ex-técnico da equipe brasileira da Copa Davis, foram gastos mais de R$ 750 milhões nas obras.
A Federação Norte-Americana de Tênis paga R$ 1.2 milhão por ano para a utilização do local e investe o dinheiro na formação de tenistas possíveis sucessores de Andre Agassi, Pete Sampras e outros. Esse tipo de investimento nesse esporte e nos atletas deveria ocorrer no Brasil para a formação de novos valores, sendo uma renovação necessária.