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Conjecturas sobre motivação


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Acredita-se que a inteligência emocional (segundo a teoria de Daniel Goleman) tem respostas mais rápidas que a razão, porém, não mais precisas. Dessa forma, sendo a empatia que aciona a inteligência emocional é a primeira que deve ser explorada. Para que haja empatia, faz-se necessário um processo de “encantamento”.

Encanto: objetivo, empenho, leveza, flexibilidade, seriedade, realmente importar-se. Encantamento: traçar metas, fazer planos para alcançar o objetivo, explorar diferentes opções para se chegar a um fim, respeitar diferenças individuais, “motivar”, fazer mudanças se, no decorrer do processo, falhas forem detectadas.

Empatia: dar-se-á quando houver pontos comuns, quando um passo é dado em direção ao objetivo pelo encantador e pelo encantado, envolvimento, aquele sorriso cúmplice, mútuo, que se dá mais com os olhos que com os lábios.

Acesso: ao novo, visão ampliada, modificação do meio. Inteligência emocional: persuade... e seria o caminho mais curto para a razão que é o conhecimento.

Então, convencimento, precedido de persuasão, obtida através da empatia gerada pelo encantamento, desencadeado pela sensibilidade de um objetivo expresso com seriedade, flexibilidade, leveza e muito empenho é igual a encanto.

Para finalizar, teríamos que dar início à outra conjectura sobre “ética” com a seguinte frase muito conhecida, maravilhosa, perfeita, mas nem sempre levada a sério: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas...” (Antoine De Saint Exupéry, O pequeno príncipe).

A autora, Elaine Regina Cassoli, é professora

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