Comovido com um acidente que atingiu um menino de 7 anos que tentava trabalhar de guarda de carros por um motoqueiro, logicamente em grande velocidade, dirigi-me à Emdurb sugerindo estudar uma maneira de conscientizar o motociclista e ciclista, no sentido de evitar que eles possam ser as vítimas. Por coincidência, ao abrir o Jornal da Cidade, de 29/3/04, li a morte de um motociclista, um ciclista e o acidente envolvendo um motociclista policial que acabava de sair do serviço.
É comum, na avenida Duque de Caxias, alguns motociclistas acelerarem suas potentes motos ao máximo, originando um som fora do comum, passando ao lado do Hospital de Base onde existem centenas de enfermos que precisam de descanso mental. É comum, também, ciclistas transitarem na contramão, mesmo à noite, sem o sinal na bicicleta como existia no passado, sendo natural que uma bicicleta preta, em rua escura, tire a visibilidade do motorista, geralmente, ofuscado com luz alta de outro veículo. Seria ideal que se conscientizasse o ciclista e motociclista sobre o assunto, sabendo-se que poderão ser eles mesmos as vítimas como tem sido comum e também, colocar uma placa perto do H. de Base chamando a atenção dos que abusam do barulho e velocidade, usando o “slogan” do CER que dizia: Não corra, não mate e não morra.
Dr. Carlos Sandrin