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Votação apertada


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Votação apertada

Nas eleições mais acirradas, qualquer detalhe pode fazer a diferença entre a vitória ou a derrota. No pleito de 1988, o então prefeito de Avaí, Faria Neto, hoje vereador em Bauru, encontrou um eleitor na rua e aproveitou para pedir votos para o seu candidato. O cidadão, conhecido como ‘Chupeta’, argumentou que não teria como atender à solicitação, pois não havia transferido seu título de eleitor.

“Ele e três parentes queriam justificar o voto, mas insisti para que fossem até Arealva votar no candidato do meu partido, Nico Caracho. Arrumei até carona para os quatro e os forcei a entrar no carro”, relata.

A insistência deu resultado. No dia seguinte, Faria Neto ouviu no rádio que Caracho havia vencido o adversário nas urnas por apenas dois votos. “Até hoje eu brinco com o Nico dizendo que fui eu que ganhei aquela eleição para ele”, ironiza.

Nunca um pedido de votos foi tão importante para decidir uma eleição em Arealva como naquela oportunidade.

A história acima foi contada pelo vereador Faria Neto

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