O Centrinho, vai realizar hoje uma palestra aberta à comunidade sobre os problemas auditivos e orientações para a reabilitação. A palestra marcará o Dia do Deficiente, comemorado ontem. As informações são da assessoria de imprensa do hospital.
Ministrada pela fonoaudióloga Wanderleia Quinhoneiro Blasca e pela psicóloga Oleana Rodrigues Maciel de Andrade, a palestra, que será realizada nas salas A, B e C do Centro Odontológico do hospital, às 14h, marca, também, a atuação do Centrinho na área.
“Desde a década de 80 nossa equipe se dedica ao estudo dos problemas auditivos. Para uma atuação eficaz, criamos quatro unidades de atendimento especializado, com abordagens que respeitam as diferenças individuais dos pacientes”, conta o superintendente do hospital, professor José Alberto de Souza Freitas.
Já são mais de 20 mil pacientes matriculados nesta área, mais de 6 mil só de Bauru. Além disso, um dos núcleos do hospital (Núcleo Integrado de Reabilitação e Habilitação) já colocou no mercado de trabalho mais de 50 jovens surdos, desde 1999, por meio de uma parceria entre o Centrinho, Fundação para o Estudo e Tratamento das Deformidades Craniofaciais (Funcraf) e empresas bauruenses.
Outra unidade do Centrinho que atua na área da audição é o Centro de Pesquisas Audiológicas (CPA), destinado às crianças menores de 3 anos e aos pacientes envolvidos em pesquisas. O implante coclear é um dos principais programas realizados no CPA, possibilitando a recuperação cirúrgica de alguns pacientes.
Na área ambulatorial, o hospital mantém o Centro de Distúrbios da Audição, Linguagem e Visão (Cedalvi), que atende um número maior de casos - cerca de 150 pessoas por dia. No Cedalvi são realizados diagnóstico, seleção e adaptação de aparelhos de amplificação sonora individual, orientação e acompanhamento.
Para crianças de Bauru e região, o hospital mantém, em parceria com a Funcraf, o Centro Educacional do Deficiente Auditivo (Cedau), destinado aos pacientes que oralizam e cujas famílias optaram pela comunicação oral (fala). Lá, são atendidas crianças que tiveram o problema auditivo identificado bem cedo, logo após o nascimento ou a manifestação da deficiência e, assim, receberam aparelhos de amplificação sonora individual e terapias fonoaudiológicas rapidamente.