Tribuna do Leitor

Revolucionários de 1932


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Com os nomes de Agenor Meira, Alfredo Ruiz e Rubens Arruda, em três artérias da cidade, Bauru venera os três jovens mortos em campos de batalha, durante a revolução de 1932.

Agenor Alves Meira, nascido em Bauru a 25 de agosto de 1900, filho de Laurindo Alves Meira e Maria Guilhermina Duarte Meira, servia como escrevente de cartório; Alfredo Ruiz residia em Bauru e trabalhava como auxiliar no bar São Paulo; Rubens Fraga de Toledo Arruda, nascido em Bauru, no dia 3 de novembro de 1915, portanto com 16 anos, filho do dr. José de Toledo Arruda e Sylvia Fraga de Toledo Arruda.

A cidade de Avaí também sentiu a morte do seu revolucionário João Sampaio que, junto de outros 74 moradores da cidade, dentre eles 25 índios, integraram o batalhão “Coronel Euclides Figueiredo” e veio a tombar nos campos de batalha. Seu nome figura desde o ano de 1934, numa das artérias da cidade como “rua Sargento Sampaio”.

Além destes, um agudense, o jovem de 22 anos de idade, Ruy Barbosa Lima, que trabalhava no cartório de registros do então distrito de paz de Pongaí - a localidade ainda não era município - morreu lutando pela revolução e seu nome passou a figurar em uma avenida na cidade de Pirajuí.

Ruy Barbosa Lima nasceu em Agudos-SP, a 13 de agosto de 1910, filho de José Barbosa Lima e Regina Olandim Barbosa Lima e é justo que os administradores de sua terra natal, após a comprovação das afirmações acima, possam, também, como Bauru, Avaí e Pirajuí, homenagear o seu filho. (Vivaldo Pitta - diretor do Museu Municipal de Avaí)

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