Conforme recente pesquisa, o número de miseráveis aumentou no ano de 2003 em relação a 2002, refletindo a política do atual governo ainda equivocada de recessão e desempreguismo, o qual insiste no pseudo-socialismo insignificativo, insípido, centralizador, demagógico ou epistemologicamente incorreto, o qual enfatiza o paternalismo através de doações de bolsas-estudos, alimentos, etc, de critérios discriminativos-desviantes, contemplando assim, somente alguns burgueses, amigos do rei e da corte, ao invés da adoção de uma política objetiva, dirigida a todos, através da enfatização de empreendimentos, possibilitando maior industrialização, produção, serviços e, conseqüentemente, maior crescimento social, financeiro e dos empregos. Basta de medidas paliativas, eleitoreiras e engana povo “da esquerda fanática” retrógrada e filosofante. Necessitamos, no entanto, de uma política capitalista moderna, semelhante a da China atual, que conseguirá desprender-se das duras amarras do crônico comunismo neurotizante ou “socialismo” retrógrado, responsáveis por muitos anos de atraso social e financeiro, para tornar-se uma das maiores potências do mundo em todos os aspectos. Portanto, basta de pagamento à dívida externa. Produzindo mais, para sobrar recursos que subsidiem mais creches, saúde e educação dignas. Possibilitando também ao governo cobrar menos impostos do empregador, incentivando maior empreguismo às microempresas e, sobretudo, menor recessão, desempreguismo e miséria.
Carlos Augusto Simi - RG 2.473.633