Policiais militares do Tático-4 libertaram dez porcos que estavam amarrados - e alguns ensacados - e prenderam o desempregado Pablo Lopes, 20 anos, em um sítio próximo ao distrito de Tibiriçá, ontem. Ele foi flagrado duas vezes na pocilga e preso por furtar os animais da propriedade.
Na madrugada de ontem, após ser alertados por vizinhos de que havia pessoas tentando furtar os porcos de seu sítio, o dono da propriedade, cujo nome não foi divulgado pela Polícia Militar (PM), acionou os policiais. Ao chegar no local, conta o sargento Edilson Neves da Silva, os policiais encontraram Pablo e um outro rapaz próximo à pocilga.
O sitiante constatou que dez porcos haviam desaparecidos. Porém, os dois negaram ter furtado os animais. Mesmo assim, a dupla foi levada ao Plantão Policial, onde foi registrado boletim para averiguação de furto. Mais tarde, o propriedade do sítio flagrou os dois homens novamente na pocilga. Indagados sobre o que faziam no local, não souberam explicar e fugiram em um Corcel.
A equipe do sargento Edilson, acionada pelo sitiante, com base nas características físicas, das roupas dos rapazes e das informações que a dupla havia prestado na delegacia horas antes, chegou até Pablo, que mora no Jardim Chapadão. “Nós indagamos sobre o furto dos porcos e ele assumiu a autoria. Eles deixaram os porcos amarrados porque foram surpreendidos pelo dono do sítioâ€, comenta o sargento.
Pablo foi encaminhado ao 2. Distrito Policial, onde foi autuado em flagrante por furto e recolhido à cadeia de Avaí. Até ontem à tarde, o outro rapaz que ocupava o Corcel não havia sido localizado. Há cerca de oito meses, o sargento Edilson atendeu uma outra ocorrência semelhante.
Outro caso
“Ao abordar um táxi, detivemos dois rapazes com uma réplica de arma de fogo, com a qual acreditamos que eles iriam assaltar o taxista. Mas eles foram liberados após a apreensão da arma falsa. Porém, no outro turno, ficamos sabendo que dois rapazes, com as mesmas características daqueles que estavam no táxi, haviam praticado um assalto em Piratininga. Nós os localizados e eles foram reconhecidos pelas vítimasâ€, relata.