Regional

Rondon deverá ter lombada eletrônica nos pontos críticos

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

A rodovia Marechal Rondon é a campeã de acidentes de trânsito na região de Bauru. De janeiro a setembro deste ano, no perímetro compreendido entre Agudos e Avaí, foram registrados sete acidentes com o mesmo número de mortos. Para coibir a alta velocidade e preservar vidas, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), com sede em Bauru, estuda a possibilidade de instalar lombadas eletrônicas nos locais críticos.

Para controlar a velocidade dos ‘apressadinhos’ que usam as rodovias da região, o DER mantém três radares estáticos e quatro fixos. A Centrovias opera seis fixos e a Polícia Rodoviária, dois móveis.

Para quem não quer ser surpreendido por um flash e receber uma notificação no prazo de 30 dias, o ideal é consultar o site do DER - www.der.sp.gov.br, onde estão disponibilizados os pontos e onde é possível encontrar um controle de velocidade sob a responsabilidade deles.

Os radares fixos sob a responsabilidade da Centrovias estão disponíveis no site da empresa, que é o www.centrovias.com.br

Apesar das reclamações constantes dos infratores, levantamentos feitos pela Centrovias provam que após a implantação dos radares entre Bauru e Itirapina os acidentes sofreram uma queda de cerca de 10%, de janeiro a setembro de 2003 em comparação com o mesmo período de 2004. Motivo de comemoração, uma vez que neste período muitas vidas, especialmente de jovens, foram preservadas. Vale lembrar que a instalação dos radares ocorreu em janeiro de 2004.

O mesmo levantamento não pôde ser feito pelo DER e pela Rodoviária, já que ambos atuam em locais esporádicos, pré-estabelecidos por meio de levantamentos que provam a maior incidência de acidentes provocados pelo excesso de velocidade. Exceção para os controles de velocidade instalados nas barragens de Ibitinga e Bariri, que são fixos e estão sob a responsabilidade do DER.

Os radares mais contestados pelos condutores estão instalados nas barragens de Ibitinga e Bariri, onde a velocidade máxima permitida passou de 60 Km/h para 40 Km/h.

Tido como o terror dos apressadinhos, o radar é antes de tudo um alerta para que o condutor tire o pé do acelerador. Mas nem todos os motoristas entendem dessa maneira. Há os que se revoltam e quebram o aparelho ou agridem verbalmente policiais e funcionários de empresas terceirizadas que atuam no setor.

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