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Grand Expo 2004: Calor aumenta procura por sucos, mas comerciante reclama das vendas

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 1 min

Até por volta das 15h de ontem, o sol brilhou com intensidade. O calor fez com que muitos visitantes da feira procurassem se proteger da melhor maneira possível. Qualquer sombra era bastante disputada. Bermudas, óculos escuros e muito líquido eram algumas das armas mais usadas para tentar amenizar o incômodo.

Apesar do público ainda pequeno no recinto, no início da tarde, as barracas de sucos e de sorvetes eram as mais procuradas. No balcão de uma delas estava José Roberto de Oliveira, 50 anos, acompanhado de Luciana Gandara, 28 anos.

Enquanto ela saboreava um suco de laranja, Oliveira reclamava da falta de cerveja nas barracas. Por exigência da lei eleitoral, nenhum estabelecimento das cidades onde estava sendo realizado o segundo turno das eleições municipais tinha autorização para vender qualquer bebida alcoólica das 8h às 17h de ontem.

Apesar do tempo quente, as vendas não chegaram a animar o vendedor Jeferson Xavier. Segundo ele, a comercialização de sucos até o início da tarde estava “mais ou menos”. A expectativa dele era de melhora, mas depois das 15h o calor deu uma trégua com a grande quantidade de nuvens que tomou conta do céu da cidade.

Geralmente, os sucos mais procurados, segundo informou Xavier, são os de laranja e abacaxi. Cada copo de meio litro sai por R$ 2,00.

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