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Grand Expo 2004: Visitante tem roteiro gastronômico

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 1 min

Quem chega ao recinto Mello Moraes para uma visita à Expo um pouco mais demorada tem à disposição variadas opções gastronômicas.

As barracas oferecem desde uma alimentação rápida, como um simples pastel, até uma refeição mais elaborada, incluindo costela de boi assada na brasa.

No quesito costela, aliás, o churrasqueiro Adão Alves Batista, 65 anos, dá uma dica importante. Amparado em anos de experiência, ele afirma que a melhor costela para se comer é a do boi. Segundo o churrasqueiro, a costela da vaca é mais dura, enquanto a do boi chega a se soltar do osso de tão macia que fica quando assada. Enquanto dava a dica, ele mostrava na prática a diferença entre uma e outra. E a conclusão a que se chega é que ele está certo.

Batista “pega no batente” por volta das 6h. Uma hora depois, ele acende a churrasqueira e fica apenas controlando a temperatura para que a carne seja assada por igual e aos poucos. Cada pedaço de costela fica no fogo de três a cinco horas. O trabalho, normalmente, segue até por volta da meia-noite.

Seguindo com as opções de comida, a Expo oferece também pizzaria, lanchonetes, barracas de batata frita, espetinhos, milho verde, entre outros pratos salgados.

Quem prefere um doce, tem à disposição barracas com cocadas, churros, doces caseiros, entre outros. Na lista das bebidas é possível encontrar desde suco até café, passando também por vinhos e outras bebidas alcoólicas.

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