Tribuna do Leitor

Defesa Civil


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A cada início de ano, a Defesa Civil de Bauru é pega de “surpresa”, sem equipamentos, sem pessoal treinado e com o sistema de galerias entupido, o que faz de nossas ruas e avenidas córregos e rios a céu aberto. Até quando? Projetos “mágicos” são apresentados e nada é executado!

Basta andar pelo Centro da cidade para ver bocas de lobo entupidas por lixo, e, na periferia, quando existem, as bocas-de-lobo estão desniveladas e a água não entra, passa direto. Antes de se pensar em obras grandiosas, alguns detalhes devem ser observados: 1. Não adianta “limpar” a boca de lobo, se não limpar a chamada “caixa de centro” para onde as bocas-de-lobo levam a água, o lixo, as pedras e a terra. Nas avenidas, como na Av. Nações Unidas, a limpeza do Canal do Córrego das Flores é fundamental (na última vez que foi limpo, há 20 anos, até sofá foi encontrado, além de pneus e muito lixo). Alguém lembra quando abriram as caixas de inspeção do Canal do Córrego das Flores para limpeza depois de 1984? Fazer os “piscinões” custa de R$ 50,00 a R$ 60,00 por metro cúbico. Um para a avenida Nações Unidas (30 mil metros cúbicos), custaria R$ 18 milhões. Dinheiro, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem. Precisamos que o prefeito vá atrás, pois não cai do céu! Do céu cai é chuva! (Coaracy Antonio Domingues - engenheiro - RG 5 012 322-1)

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