DÁ-LHE, BRASIL
A Seleção Brasileira entra em campo contra o Equador, com o objetivo de terminar o ano em primeiro lugar nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2006. A equipe de Carlos Alberto Parreira é a atual líder, com 20 pontos, um a mais que a Argentina. Para tentar manter sua invencibilidade no torneio - já foram cinco vitórias e cinco empates -, o Brasil terá pela frente, além da Seleção Equatoriana, a altitude de Quito, localizada a 2.860 metros acima do nível do mar. Mas o Brasil tem qualidade e condições de superar isso tudo. Para evitar efeitos desagradáveis, Parreira optou por concentrar a Seleção em Guayaquil e viajar para Quito apenas horas antes da partida. O treinador brasileiro teve alguns problemas após a convocação e acabou perdendo o titular Zé Roberto, além dos reservas Edu e Luís Fabiano por contusões. Ricardinho, do Santos, e Pedrinho, do Palmeiras, foram chamados para completar o grupo. Sem Zé Roberto e Edu, seu reserva imediato, o meia santista deverá ganhar uma chance no time. Por sua vez, a seleção da casa tem como estímulo a histórica vitória por 1 a 0 sobre o Brasil, em Quito, pelas Eliminatórias para a Copa de 2002. Desta vez o jogo será antes da novela - terá início às 19h, de Brasília, lembramos.
NÃO FALA
Roger, uma das estrelas do Fluminense, tomou uma atitude radical: o meia ofensivo decidiu que, até o final do ano, não falará mais com a imprensa. Roger ficou bastante irritado com um boato levantado pela Rádio Globo antes do jogo contra o Atlético-PR, no último dia 7. Na ocasião, a emissora carioca disse que o jogador teria simulado uma contusão para não enfrentar o Furacão. Desde então, ele não deu mais entrevistas.
OUTRO CASTIGO
O Santos foi punido pela terceira vez neste ano e voltará a jogar na Vila Belmiro apenas na última rodada do Campeonato Brasileiro. O alvinegro praiano perdeu mais um mando de jogo pelos incidentes ocorridos no empate em 1 a 1 contra o Corinthians, dia 6 de outubro, quando um sinalizador foi atirado no gramado. Nas últimas duas rodadas como mandante, o Santos não jogou na Vila porque um copo dágua atingiu o então técnico do Vitória, Hélio dos Anjos. O Peixe goleou o Fluminense 5 a 0, em Rio Preto, e venceu o Goiás por 2 a 1, em Presidente Prudente - havia batido o Figueirense por 4 a 1, em Mogi Mirim, em agosto, depois que um rojão explodiu no gramado no clássico contra o São Paulo. Ao invés de ajudar, a torcida santista está prejudicando o time.
PREVENÇÃO
Émerson, do Grêmio, não deve voltar ao futebol neste ano. O jogador, de 24 anos, foi afastado de treinos e jogos na semana passada, depois de detectada uma arritmia cardíaca. O cardiologista que cuida do caso, afirma que o afastamento não significa o fim da carreira do volante. É um afastamento preventivo.
HOMENAGEM PROIBIDA
Por muito pouco os torcedores não viram o Palmeiras entrando em campo de azul, na partida contra o Grêmio. Isso porque o volante Magrão organizou uma homenagem ao inesquecível Serginho. Três dias depois da morte do zagueiro, todos os atletas do Verdão iriam entrar em campo contra o tricolor gaúcho, em Pelotas, usando camisas azuis. Porém, faltou consultar a diretoria alviverde, que vetou a homenagen. Achando que time usaria a camisa do São Caetano, o Palmeiras temia uma represália por parte da Pirelli, principal patrocinadora do clube, e principalmente da Diadora, fornecedora de material esportivo. As camisas do São Caetano são fabricadas pela Wilson, concorrente direta da empresa italiana.
DOMÍNIO
O penúltimo amistoso antes da estréia no Mundial de Taiwan (China Nacionalista), dia 22, contra os australianos, não poderia ter sido mais animador para a seleção brasileira de futsal. Sem fazer esforço, o Brasil arrasou a seleção nacional de Macau por 38 a 0. Além do futebol, vôlei, beach soccer e vôlei de praia, o Brasil é a maior potencia mundial do futsal, o esporte que tem o maior número de praticantes em nosso País, depois do futebol.
MEMÓRIA
Em 16 de novembro de 1963, o Santos vencia o Milan por 1 a 0 no Maracanã, gol do lateral Dalmo, e conquistava pela segunda vez o Mundial de Clubes. O título foi conhecido numa melhor de três jogos. No primeiro, em Milão, o Peixe foi derrotado por 4 a 2. No segundo, sem Pelé, machucado, o Santos devolveu os 4 a 2, no Maracanã. E no terceiro, novamente desfalcado de Pelé, 130 mil pagantes assistiram a vitória por 1 a 0 do clube brasileiro. O Santos jogou o terceiro e decisivo jogo com Gilmar; Ismael, Mauro, Haroldo e Dalmo; Lima e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Almir e Pepe. O técnico era Lula.