A todo momento chegam ao conhecimento da sociedade relatos de crimes hediondos praticados por pessoas de ambos os sexos e várias idades, brancas e escuras, entre as quais se fazem surpreender também crianças e adolescentes. É gente que investe traiçoeiramente uma contra outra, tirando-lhe a vida ou, no mínimo, a integridade física ou mental, pois não escolhe o flanco a atacar, ou, também, furto dos seus bens. Isto sem se referir a mães que atentam contra suas próprias gestações ainda no ventre, em plena concepção.
Acontece que o terrorismo humano se converteu em um “fenômeno aberrante, completamente indigno do ser humano, que assumiu dimensões catastroficamente planetárias”, conforme expressões de psicólogos, motivo pelo qual quase ninguém pode hoje presumir de estar a salvo de assédios ou de ataques. Os poderes públicos, alimentados pela responsabilidade de sua autoridade social, têm investido contra essa criminalidade, mas demoram em atinar que “não é possível lutar contra o terror não conhecendo e enfrentando as suas verdadeiras causas”, de acordo também com o pensamento de psicólogos, pois é evidente que não se pode fazer oposição eficaz com uma política plasmada no princípio da universalidade das decisões e, sim, em decidida e ajustada multilateralidade dos mais corretos trilhos colocados à disposição da sociedade.
Isso objetivando elevar o nível cultural e social dos povos, sem discriminação alguma em todos os sentidos, de sorte a se reduzir o flagelo terrorista a proporções mínimas, dele podendo resguardar-se todos ou quase todos quantos se tornem vítimas escolhidas no lar, no trabalho ou na rua, definidos na última assembléia geral das Nações Unidas, seriamente preocupada com a acesa criminalidade reinante no universo, mais que nunca agredido por todas as formas, sem considerar que a fé é pista para a salvação e não pode, portanto, ser esquecida nas estradas da vida, sendo ela esperança de dias pacificamente amenos, abafando as turbulentas revoluções geradas pelos seres malversados, indiferentes ao bem-estar de seus próximos, aspirantes de paz e felicidade. É a nossa opinião.
O autor, N. Serra, jornalista responsável do JC, é delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado. “O sorriso enriquece quem o recebe sem empobrecer quem o dá. Por isso, sorria sempre”.