Pouco antes da Revolução de 1930, importante político bauruense queria a todo custo adquirir um sítio no município de Avaí. Tentou uma, duas, três vezes sem que o proprietário concordasse em vendê-lo.
Angustiado, não aceitando a recusa do proprietário, procurou um amigo, advogado e político influente na cidade, seu protetor e confiou-lhe o problema.
- É fácil!, disse o amigo, que concluiu: - Espere o dono do sítio sair com seus familiares para as compras e bote fogo na casa.
E assim foi feito, determinando que a casa fosse incendiada.
Dias depois, o incendiário passava tranqüilamente pela rua Batista, próximo à Casa Luzitana, quando dois tiros foram disparados à queima-roupa contra sua pessoa, pelo proprietário do sítio incendiado, matando-o...
Contada por Vivaldo Pitta