Com a eleição de Mahamoud Abbas, o Brasil poderia lutar junto à ONU e comunidade internacional para aprovar a seguinte proposta:
Transformar a região do santuário (antiga Jerusalém), com cerca de um quilômetro quadrado, em uma zona internacional ou uma cidade-Estado (a exemplo do Vaticano), administrada por um colegiado com representantes de muçulmanos, cristãos, judeus, israelenses, palestinos, árabes, sob direção da ONU, com regras próprias, diferentes das que hoje vigoram e são causa de permanente discórdia naquela área.
O restante da área em conflito seria efetivamente dividido entre Israel e o novo Estado da Palestina, a partir de então uma nação livre, autônoma, soberana, independente. Tel Aviv e Ramalah seriam as capitais dos dois países.
As recentes eleições demonstram cabalmente que o povo quer paz e democracia.
Esta proposta deveria ser seriamente analisada, para se contrapor as aberrações promovidas por Ariel Sharon e George Bush. Ou seja, os Estados Unidos não podem continuar sendo o “fiel da balança”, o juiz, o motivador e o beneficiário daquela luta.
O mundo clama por paz e justiça! Shalon! Amém! Saravá!
Edivan Carvalho, bancário e estudante