O nosso presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, ao oportuno ensejo de uma quarta-feira, ocorrida em mais um dos almoços políticos (provavelmente aos custos do próprio PMDB), quando Lula houvera-se manifestado, reclamando a presença das possibilidades do apreço na duração costumás do seu próprio mandato, no período de apenas quatro anos, sob seu investimento. O que, entretanto, alguém já haveria afirmado que seria melhor introduzir uma reforma político/governamental. Porém, o presidente Lula resolveu retroceder de imediato o que pessoalmente havia proposto à reforma “que o governo preparara para o assunto 2005”, quando abruptamente Lula voltara atrás postergando o assunto em questão, o que lhe pareceu provocar uma indisposição (tipo deixa como está para ver como é que fica).
Rematando o assunto para o preparo da posse, que foi mantida seqüente em 2004, sob a certeza de retorno do assunto, quando o momento se mostre corretamente ocasional e ou mui interessante, possivelmente entre 2006 e ou 2007. Ocorrendo o que pareceu assim bem acabado com toda certeza, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não perderá a oportunidade de relembrar o que já afirmara anteriormente, que ainda se “poderia introduzir essa idéia no projeto da reforma política que o governo já prepara para 2005”.
Tendo em vista que a reclamação do governo Lula ainda se encontra de pé, eis que segundo tudo parece rolar, quando das exposições públicas levadas a efeito pelo presidente. Este, finalmente (já muito bem letrado e oportuno), segundo parece manter-se na condição de participar das reeleições, nas horas corretamente certas. Entretanto e relembrando unicamente a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que se tornara o primeiro presidente do País, guindado ao posto de nosso primeiro e único presidente encarregado de ser (reeleito imediato para cinco anos na Presidência). Este, entretanto, viu-se imediatamente no segundo mandato do Congresso, sentindo-se no envolvimento em questão, quanto à facilidade da presença dos parlamentares. Alguns deste, e “havendo também, como é de costume, os interesses de terceiros em troca de votos”, um desagradável assunto que Fernando Henrique imediatamente teria sustado o assunto ocasional..
Voltando ao assunto que certamente ainda se encontra guardado na cabeça do presidente Lula e dos petistas, o novo mandato de cinco anos de presidência. Coisa melhor, por exemplo é o novo avião (Santos Dumont). Custo: US$ 56,7 milhões, cerca de R$ 153 milhões. Fico por aqui.
O autor, José Almodova, é professor Universitário e jornalista colaborador do JC - e-mail:almodova@ig.com.br